“Esta é uma obra ‘embebezada’ e embelezada pela tentativa de falar sobre os bebês do jeito mais próximo possível que nossa subjetividade adulta consegue operar em relação à subjetividade dos bebês. É um livro com frases curtas, silêncio, ritmo e metáforas; com exercício de olhar profundo e brincante com as teorias e as epistemologias com as quais o Celso quis conversar; de suspensão de ideias e de provocações. É um livro escrito para todas as pessoas interessadas em conhecer sobre o mundo de quem chega ao mundo para dar continuidade a esse mundo." Paulo Fochi
Celso Gutfreind
Nasceu em Porto Alegre, em 1963. Tem vários livros publicados, entre poesias, infantis e ensaios. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior (Argentina, Luxemburgo, Canadá) e recebeu importantes premiações como o Prêmio Nacional de Poesia Mario Quintana (1985) e os prêmios Açorianos e Henrique Bertaso para melhor livro de poemas publicado no RS em 1993. Autor reconhecido pela crítica e tendo feito parte do projeto Autor presente do Instituto Estadual do Livro (IEL), Celso também conquistou um público leitor cativo e fiel, sobretudo em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul. Como médico, Celso realizou especialização em Medicina Geral Comunitária e, posteriormente, em Psiquiatria e Psiquiatria Infantil. Fez doutorado e pós-doutorado em Paris, nessa área, tendo como tema de pesquisa a utilização terapêutica do conto. Publicou o livro Grilos, finalista do Prêmio AGES Livro do Ano 2006, e A almofada que não dava tchau, finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2007 e vencedor do Prêmio AGES Livro do Ano 2007. Escreveu ainda: A dança das palavras: poesia e narrativa para pais e professores, Em defesa de certa desordem, Domingo para sempre e outras histórias sobre nunca mais, O terapeuta e o lobo, entre outros.