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Motores de Combustão Interna - 6ª Edição

ISBN: 9789898927842

Autor: Jorge José Gomes Martins

Editora: ENGEBOOK

Número de Páginas: 586

Idioma: Português

Data Edição: 2020

33,30 €37,00 €
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Este livro tem 11 capítulos integralmente dedicados aos motores de combustão interna, incluindo a sua descrição e a história da sua evolução até aos nossos dias. Nele, o interessado poderá analisar o desempenho dos motores, prever as suas características e obter a informação necessária para os modelar e projetar. A obra inclui assuntos não habituais em livros deste género tais como uma descrição aprofundada sobre combustíveis, nomeadamente vários tipos de combustíveis alternativos ao gasóleo e gasolina, e a forma como são produzidos. Para além da parte eminentemente teórica desta obra sobressai uma descrição exaustiva dos motores e dos seus vários componentes. Um subcapítulo é vocacionado aos motores de Formula1e de corridas de arranque (dragsters).
Atualmente, assiste-se a uma grande evolução nos motores, da qual os sistemas de injeção direta (nos motores a gasolina), são o resultado visível, com a maioria dos motores atuais a usarem algum sistema de sobrealimentação. Porém, outros progressos mais radicais estão a ser desenvolvidos, tais como os geralmente conhecidos por CAI e por HCCI, conceitos que se prevê sejam determinantes no futuro
dos motores.
Os motores de combustão interna são máquinas intensamente usadas no mundo, sendo, simultaneamente, uma fonte de satisfação, mas também de problemas (como os ambientais). Assim, espera-se que a leitura desta obra possa levar ao melhor conhecimento e à utilização destas máquinas admiráveis.

Prefácio à 1ª Edição    
Agradecimentos    
Prefácio à 6ª Edição    
Glossário de Símbolos e Termos

Capítulo 1. MOTORES – CLASSIFICAÇÃO E PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO    
1.1.    INTRODUÇÃO    
1.2.    NOÇÃO DE MÁQUINA TÉRMICA    
1.2.1.    Classificação dos Motores    
1.3.    PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DE UM MOTOR    
1.4.    MOTOR DE IGNIÇÃO COMANDADA    
1.5.    MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (DIESEL)    
1.6.    DIAGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO    
1.7.    MOTOR A 2 TEMPOS    
1.8.    MOTOR ROTATIVO WANKEL    

Capítulo 2. HISTÓRIA DAS MÁQUINAS TÉRMICAS    
2.1.    PRIMÓRDIOS    
2.1.1.    Motores a Ar    
2.1.2.    Motores a Água (Oxi-hidrogénio)    
2.1.3.    Motores de Combustão Interna Atmosféricos    
2.1.4.    Motores com Compressão Prévia    
2.1.5.    Desenvolvimento dos Sistemas Auxiliares    
2.1.6.    Motores Diesel    
2.2.    EVOLUÇÃO DO MOTOR CLÁSSICO    
2.2.1.    Motor de Ignição Comandada    
2.2.1.1.    Taxa de compressão (TC)    
2.2.1.2.    Relação curso/diâmetro (C/D)    
2.2.1.3.    Relação peso/potência    
2.2.1.4.    Cilindrada    
2.2.1.5.    Preparação da mistura ar-gasolina    
2.2.1.6.    Outras áreas de evolução    
2.2.1.7.     Desenvolvimento dos Range Extenders    
2.2.2.    Motor Diesel    
2.2.2.1.    Câmaras de combustão    
2.2.2.2.    Sistemas de injeção    
2.2.2.3.    Catalisadores e filtros de partículas    
2.2.2.4.    Eliminação dos NOx    
2.2.2.5.     Outras áreas de evolução    

Capítulo 3. ANÁLISE TEÓRICA DE CICLOS    
3.1.     RENDIMENTO DOS CICLOS TEÓRICOS    
3.2.     CICLO TEÓRICO A VOLUME CONSTANTE (OTTO)    
3.2.1.     Ciclo a Carga Parcial no Motor de Injeção Direta    
3.2.2.     Ciclo a Carga Parcial e Mistura Estequiométrica (com Bombagem)    
3.3.     CICLO TEÓRICO A PRESSÃO CONSTANTE (DIESEL)    
3.4.     CICLO TEÓRICO A PRESSÃO LIMITADA (MISTO OU DUAL)    
3.4.1.     Ciclo em Carga Parcial    
3.5.     CICLO TEÓRICO A VOLUME CONSTANTE SOBRE-EXPANDIDO (MILLER)    
3.5.1.     Ciclo de Miller com εret Fixa    
3.5.2.     Ciclo de Miller com εg Fixa    
3.6.     CICLO TEÓRICO A VOLUME CONSTANTE E EXPANSÃO TOTAL (ATKINSON)    
3.6.1.     Ciclo em Carga Parcial    
3.7.     COMPARAÇÃO ENTRE OS CICLOS EM CARGA PARCIAL    
3.8.     CICLOS COM SOBREALIMENTAÇÃO    
3.8.1.     Ciclo de Otto Sobrealimentado    
3.8.2.     Sobrealimentação de Outros Ciclos    
3.9.     MODELAÇÃO DO CICLO REAL    
3.10.    CICLO DE CARNOT    
3.11.     CICLO DE TURBINAS DE GÁS (JOULE-BRAYTON)    

Capítulo 4. PARÂMETROS DE FUNCIONAMENTO    
4.1.    PARÂMETROS BÁSICOS DOS MOTORES    
4.1.1.    Binário, Potência, Rendimento e Consumo Específico    
4.1.2.    Parâmetros Geométricos    
4.2.    OUTROS PARÂMETROS    
4.2.1.    Relação Ar-Combustível, Excesso de Ar e Riqueza da Mistura    
4.2.2.    Grandezas Importantes    
4.2.2.1.    Pressão média efetiva    
4.2.2.2.    Velocidade média do pistão    
4.2.2.3.    Potência específica aerial    
4.2.3.    Comparação entre Motores    
4.2.3.1.    Teoria da semelhança    
4.2.4.    Rendimentos e Eficiências    
4.2.4.1.    Rendimento de combustão    
4.2.4.2.    Rendimento adiabático    
4.2.4.3.    Rendimento teórico    
4.2.4.4.    Rendimento relativo às propriedades dos fluidos    
4.2.4.5.    Rendimento inerente    
4.2.4.6.    Eficiência de bombagem    
4.2.4.7.    Rendimento mecânico    
4.2.4.8.    Rendimento total    
4.2.4.9.    Eficiência volumétrica    
4.2.5.    Fórmula da Potência Efetiva    
4.3.    CICLO INDICADO    
4.3.1.    Pressão Média Indicada e de Atrito    
4.4.    CURVAS CARACTERÍSTICAS DO MOTOR    
4.4.1.    Curva do Binário    
4.4.2.    Curva da Potência    
4.4.3.    Curva do Consumo Específico    
4.4.4.    Diagrama do Desempenho    
4.4.5.    Fatores de Correção para Potência e Eficiência Volumétrica    
4.4.6.    Carga Parcial    
4.4.7.    Estabilidade do Motor    
4.4.8.    Desempenho dos Veículos Função do Binário e Potência dos Motores    
4.5.    O MOTOR A 2 TEMPOS    
4.5.1.    Taxa de Compressão    
4.5.2.    Eficiências de Enchimento    
4.6.    MOTORES DE COMPETIÇÃO    
4.6.1.    Motores em Formula 1    
4.6.1.1.    Antes de 2014    
4.6.1.2.    Depois de 2014    
4.6.1.3.     O Futuro (após 2025)    
4.6.2.    Corridas de Arranque (“Drag Races”)    

Capítulo 5. DESCRIÇÃO DOS MOTORES    
5.1.    MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA ALTERNATIVOS    
5.1.1.    Estrutura do Motor    
5.1.2.    Bloco de Cilindros, Culassa e Cárter    
5.1.2.1.    Bloco de cilindros    
5.1.2.2.    Cabeça do motor ou culassa    
5.1.2.3.    Cárter do óleo    
5.1.3.    Sistema Biela-Manivela
5.1.3.1.    Pistão    
5.1.3.2.    Segmentos    
5.1.3.3.    Biela    
5.1.3.4.    Cambota    
5.1.3.5.    Motores multicilíndricos    
5.1.3.6.    Variação da taxa de compressão    
5.1.4.    Sistema de Distribuição    
5.1.4.1.    Árvore de cames    
5.1.4.2.    Válvulas    
5.1.4.3.    Variação da abertura das válvulas e da geometria da admissão    
5.1.4.4.    Sistemas não convencionais de controlo da distribuição    
5.1.5.    Sistema de Arrefecimento    
5.1.5.1.    Arrefecimento a ar    
5.1.5.2.    Circulação líquida por termossifão    
5.1.5.3.    Circulação líquida forçada    
5.1.5.4.     Melhorias no arrefecimento e controlo térmico do motor    
5.1.5.5.     Líquidos do sistema de arrefecimento    
5.1.6.    Lubrificação    
5.1.6.1.    Sistema de chapinagem    
5.1.6.2.    Sistema por pressão e chapinagem    
5.1.6.3.    Sistema por pressão de óleo    
5.1.6.4.    Sistema sob pressão a cárter seco    
5.1.6.5.    Bombas de óleo    
5.1.6.6.    Filtros de óleo    
5.1.6.7.    Tipos de óleo    
5.2.    MOTORES DE IGNIÇÃO COMANDADA    
5.2.1.    Carburadores    
5.2.1.1.    Combustíveis    
5.2.1.2.    Princípio de funcionamento do carburador    
5.2.1.3.    Correção da mistura    
5.2.2.    Sistema de Injeção    
5.2.2.1.    Princípio de funcionamento    
5.2.2.2.    Injeção mecânica    
5.2.2.3.    Injeção eletrónica analógica    
5.2.2.4.    Injeção eletrónica digital    
5.2.2.5.    Injeção monoponto    
5.2.2.6.    Carburadores eletrónicos    
5.2.2.7.    Injeção direta    
5.2.3.    Sistema de Ignição    
5.2.3.1.    Sistema de bateria convencional    
5.2.3.2.    Ignição eletrónica analógica    
5.2.3.3.    Ignição eletrónica digital    
5.2.3.4.    A vela    
5.2.3.5.    "Bobinas múltiplas"    
5.2.3.6.     Tipos de ignição avançados    
5.3.    MOTORES DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO    
5.3.1.    Sistemas de Injeção    
5.3.2.    Componentes dos Sistemas Tradicionais    
5.3.2.1.    Bomba de injeção    
5.3.2.2.    Injetores    
5.3.2.3.    Outros sistemas    
5.3.3.    Componentes dos Sistemas “Common-rail”    
5.3.3.1.    Bombas de alta e baixa pressão    
5.3.3.2.    Injetores    
5.4.    MOTORES A 2 TEMPOS    
5.4.1.    Tipos de Lavagem    
5.4.1.1.    Lavagem transversal    
5.4.1.2.    Lavagem em laço    
5.4.1.3.    Lavagem unidirecional    
5.4.2.    Compressão de Cárter    
5.4.2.1.    Válvula rotativa    
5.4.2.2.    Lamelas    
5.4.3.    Outras Geometrias e Componentes    
5.4.3.1.    Alteração do eixo do cilindro    
5.4.3.2.    Motores com válvulas de túlipa    
5.4.3.3.    Válvula de escape    
5.4.3.4.    Válvula rotativa de escape    
5.4.3.5.    Escape    
5.4.3.6.    Carburadores    
5.4.3.7.    Injeção de combustível
5.4.3.8.    Catalisador    
5.5.    SOBREALIMENTAÇÃO    
5.5.1.    Tipos de Compressores    
5.5.2.    Compressor Comprex    
5.5.3.    Compressão do Ar    
5.5.4.    O Turbo-Compressor    
5.5.4.1.    "Twin-Turbo"    
5.5.4.2.    Turbo-compressores assistidos eletricamente
5.5.4.3.    "Twincharger" (compressor + turbo)    
5.5.4.4.    Turbo "twin-scroll"    
5.5.4.5.    Sistema "anti-lag"    
5.5.5.    Motores de Ignição Comandada (4 Tempos)    
5.5.6.    Motores de Ignição por Compressão (4 Tempos)    
5.6.    SENSORES USADOS NOS MOTORES    
5.6.1.    Velocidade do Motor e Posição da Cambota    
5.6.2.    Pressão do Coletor de Admissão    
5.6.3.    Caudal de Ar    
5.6.4.    Posição da Borboleta do Acelerador    
5.6.5.    Concentração de Oxigénio (Sonda λ)    
5.6.6.    Temperatura    
5.6.7.    “Knock” (Sensor de Detonação)    
5.6.8.    Outros
5.7.    UTILIZAÇÃO DOS MOTORES    
5.7.1.    Motores de Automóveis    
5.7.2.    “Range Extenders”    
5.7.3.    Motores de Motociclos    
5.7.4.    Motores de Aviões    
5.7.5.    Motores Estacionários    
5.7.6.    Outras Aplicações    
5.8.    TURBINAS E FOGUETES    
5.8.1.    Tipos de Turbinas    
5.8.2.    Descrição das Turbinas    
5.8.3.    Tipos de Foguetes    
5.8.3.1.    Foguetes de combustível sólido    
5.8.3.2.    Foguetes de combustível líquido    

Capítulo 6. TERMODINÂMICA DA COMBUSTÃO    
6.1.    AR E COMBUSTÍVEIS    
6.2.    REAÇÃO ENTRE O COMBUSTÍVEL E O AR    
6.2.1.    Coeficiente de Excesso de Ar    
6.2.2.    Poder Calorífico do Combustível    
6.2.3.    Poder Calorífico da Mistura    
6.3.    CÁLCULOS EM COMBUSTÃO    
6.3.1.    Cálculo da Quantidade de Ar    
6.3.2.    Cálculo dos Produtos de Combustão    
6.3.3.    Combustão Incompleta    
6.3.4.    Dissociação    

Capítulo 7. COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES    
7.1.    ESTRUTURA DOS COMBUSTÍVEIS (HIDROCARBONETOS)    
7.1.1.    Parafinas (Alcanos)    
7.1.2.    Oleofinas (Alquenos)    
7.1.3.    Naftalenos (Cicloalcanos)    
7.1.4.    Aromáticos    
7.2.    PROPRIEDADES DOS COMBUSTÍVEIS    
7.2.1.    Estequiometria da Combustão    
7.2.2.    Pressão de Vapor de Reid e Temperatura de Ebulição    
7.2.3.    Calor Latente de Vaporização    
7.2.4.    “Flash Point”    
7.2.5.    Limites de Flamabilidade    
7.2.6.    Temperatura de Auto-Ignição    
7.2.7.    Temperatura Adiabática de Chama    
7.2.8.    Poder Calorífico    
7.2.9.    Produção de CO2    
7.3.    GASOLINA    
7.3.1.    Índice de Octano    
7.3.2.     Necessidade de Índice de Octano    
7.4.    GASÓLEO    
7.4.1.     Combustíveis Marítimos    
7.4.2.     Misturas Gasóleo-Água    
7.4.3.     Misturas Gasóleo-Etanol    
7.5.    OUTROS COMBUSTÍVEIS    
7.5.1.    Combustíveis Gasosos    
7.5.1.1.    Gases de petróleo liquefeitos (GPL – LPG)    
7.5.1.2.    Gás natural    
7.5.1.3.    Hidrogénio    
7.5.2.    Combustíveis Oxigenados    
7.5.3.    Álcoois        
7.5.3.1.    Estequiometria da combustão dos álcoois    
7.5.3.2.    Pressão de vapor dos álcoois    
7.5.3.3.    Calor latente de vaporização dos álcoois    
7.5.3.4.    Solubilidade dos álcoois    
7.5.3.5.    “Flash point” dos álcoois
7.5.3.6.    Índice de octano (IO) dos álcoois    
7.5.3.7.    Pré-ignição dos álcoois    
7.5.3.8.    Potencial de emissão de poluentes dos álcoois    
7.5.3.9.    Reformação do metanol    
7.5.3.10.    Corrosão com os álcoois    
7.5.3.11.    Segurança com o uso dos álcoois    
7.5.4.    Éteres        
7.5.4.1.    DME (éter Dimetílico)    
7.5.4.2.    DEE (éter Dietílico)    
7.5.5.    Ésteres        
7.5.5.1.    Biodiesel    
7.5.5.2.    Índice de Iodo    
7.5.6.    Ácidos gordos (gorduras)    
7.5.6.1.     Queima de Óleos e Gorduras    
7.5.7.     Combustíveis Sintéticos    
7.5.7.1.     Fisher-Tropsch (F-T)    
7.5.7.2.     BTL (biomass to liquid)    
7.5.7.3.     HVO (Óleos Vegetais Hidrogenados)    
7.5.7.4.     Combustíveis de Gasificação    
7.5.7.5.     Combustíveis de Pirólise (PL)    
7.5.7.6.     DMF (Dimetilfurano)    
7.5.7.7.    Nitrometano    
7.5.8.    Combustíveis Invulgares    
7.5.8.1.    Acetileno    
7.5.8.2.     Amónia    
7.5.8.3.     Aguarrás    
7.5.8.4.     Glicerina    
7.5.8.5.    Combustíveis que forneçam mais potência    
7.5.9.    Carvão (Emulsão – “Slurry”)    
7.5.10.    Óxido Nitroso
7.6.    ÓLEOS LUBRIFICANTES    
7.6.1.    Testes e Propriedades dos Óleos    
7.6.2.    Óleos Sintéticos    
7.6.3.    Classificação dos Óleos Lubrificantes para Motores    
7.6.4.    Outras Propriedades    
7.7.    PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS CORRENTES    
7.7.1.    Biodiesel        
7.7.2.    Bioetanol        
7.7.3.     Eletrocombustíveis    
7.7.4.     Outros combustíveis oxigenados    

Capítulo 8. COMBUSTÃO NOS MOTORES    
8.1.    COMBUSTÃO NOS MOTORES DE IGNIÇÃO COMANDADA (IC)    
8.1.1.    Caracterização da Combustão Normal    
8.2.    PARÂMETROS DA COMBUSTÃO NOS MOTORES DE IC    
8.2.1.    Turbulência    
8.2.2.    Taxa de Compressão    
8.2.3.    Avanço da Ignição    
8.2.4.    Qualidade da Faísca    
8.2.5.    Riqueza da Mistura    
8.2.6.    Nível de Preparação da Mistura    
8.2.7.    Carga e Velocidade do Motor    
8.2.8.    Temperatura, Pressão e Humidade do Ar    
8.2.9.    Características do Combustível    
8.3.    CÂMARAS DE COMBUSTÃO DOS MOTORES DE IC    
8.3.1.    Câmara em “L” e em “T” (de Válvulas Laterais)    
8.3.2.    Câmara de Turbulência ou de “Ricardo”    
8.3.3.    Câmara em Banheira    
8.3.4.    Câmara em Cunha ou Triangular    
8.3.5.    Câmara Hemisférica    
8.3.6.    Câmara Trapezoidal ou “Sem Câmara”    
8.3.7.    Câmara no Pistão    
8.3.8.    Câmara de 4 Válvulas “Telhado de Alpendre” (“Pent-Roof”)    
8.3.9.    Câmara de 4 Válvulas Radiais    
8.3.10.    Câmaras com mais de 4 Válvulas    
8.4.    COMBUSTÃO ANORMAL    
8.4.1.    Pré-Ignição (Ignição à Superfície)    
8.4.2.    Auto-Ignição    
8.4.3.    “Knock” (Grilar)    
8.4.3.1.    Detonação    
8.4.4.    Parâmetros Relativos ao “Knock”    
8.4.4.1.    Avanço da ignição    
8.4.4.2.    Combustível    
8.4.4.3.    Taxa de compressão    
8.4.4.4.    Turbulência    
8.4.4.5.    Carga imposta    
8.4.4.6.    Riqueza da mistura    
8.4.4.7.    Velocidade do motor
8.4.4.8.    Temperatura e pressão de admissão    
8.4.4.9.    Temperatura do motor    
8.4.4.10.    Câmara de combustão    
8.4.4.11.    Preparação da mistura    
8.4.4.12.    Recirculação de gases de escape (EGR)    
8.4.5.    Índice de Octano    
8.4.5.1.    Outras condições que originam alterações no IO requerido por um motor    
8.4.5.2.    Combustíveis    
8.4.6.    “Rateres” (“Backfire”)    
8.5.    COMBUSTÃO NOS MOTORES DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO (IPC)    
8.5.1.    Características da Combustão    
8.5.2.    Preparação da Mistura    
8.5.3.    Tipo de Combustão    
8.5.4.    Combustíveis    
8.5.5.    As Fases da Combustão nos Motores de IPC    
8.5.5.1.    Atraso da inflamação    
8.5.5.2.    Combustão detonante ou explosiva    
8.5.5.3.    Combustão controlada ou progressiva    
8.5.5.4.    Combustão por difusão    
8.6.    PARÂMETROS DA COMBUSTÃO NOS MOTORES DE IPC    
8.6.1.    Sistema de Injeção    
8.6.1.1.    Atomização    
8.6.1.2.    Penetração do “spray”    
8.6.1.3.    Distribuição de tamanhos das gotas    
8.6.1.4.    Avanço da injeção    
8.6.1.5.    Carga ou quantidade de massa injetada    
8.6.2.    Turbulência    
8.6.3.    Taxa de Compressão    
8.6.4.    Combustíveis    
8.6.5.    Outros Parâmetros    
8.6.5.1.    Pressão e temperatura de admissão    
8.6.5.2.    Sobrealimentação    
8.6.5.3.    Velocidade do motor    
8.6.6.    Câmaras de Combustão dos Motores de IPC    
8.6.6.1.    Câmaras de injeção direta    
8.6.6.2.    Câmaras de injeção indireta    
8.7.    VARIABILIDADE DA COMBUSTÃO    
8.7.1.    Valores Experimentais de VARpmi    
8.8.    MOTORES COM DIFERENTES PROCESSOS DE COMBUSTÃO    
8.8.1.    Motores de Carga Estratificada    
8.8.1.1.    Motor Honda CVCC    
8.8.1.2.    Injeção direta    
8.8.1.3.    Sistema ignição por jato turbulento    
8.8.2.    CAI (“Controlled Auto Ignition”)    
8.8.3.    Motores HCCI ("Homogeneous Charge Compression Ignition")    
8.8.4.    Motores “Dual-Fuel” (com 2 Tipos de Combustível)    

Capítulo 9. PRODUÇÃO E ELIMINAÇÃO DE POLUENTES    
9.1.    INTRODUÇÃO    
9.2.    LEGISLAÇÃO EUROPEIA    
9.2.1.    Dados Históricos    
9.2.2.    Legislação Europeia Atual (Pesados)    
9.2.3.    Legislação Europeia Atual (Automóveis)    
9.2.4.     O DieselGate    
9.2.5.     Testes de estrada RDE    
9.3.    POLUENTES    
9.3.1.    Proveniência dos Poluentes    
9.3.1.1.    Motores de ignição comandada    
9.3.1.2.    Motores de ignição por compressão    
9.3.1.3.    Fontes de poluentes na Europa    
9.3.2.    Toxicidade dos Poluentes    
9.4.    MECANISMO DE FORMAÇÃO DE POLUENTES    
9.4.1.    Óxidos de Azoto    
9.4.2.    Monóxido de Carbono    
9.4.3.    Hidrocarbonetos Não Queimados    
9.4.4.    Partículas (PM – Particulate Matter) ou Fumo    
9.5.    SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA    
9.5.1.    Soluções Iniciais    
9.5.1.1.    Legislação Federal dos Estados Unidos    
9.5.2.    Motores de Carga Estratificada    
9.5.3.    Catalisador de Triplo Efeito, Sonda λ, “Closed-Loop” e Injeção Eletrónica    
9.5.3.1.    Reações no catalisador    
9.5.4.    Motores de Queima Pobre    
9.5.5.    Motores Diesel    
9.5.5.1.    Catalisadores de oxidação    
9.5.5.2.    Redução seletiva de NOx (SCR)    
9.5.5.3.    Adsorção de NOx (LNT)    
9.5.5.4.    EGR (recirculação dos gases de escape)    
9.5.5.5.    Conteúdo de enxofre do combustível    
9.5.5.6.    Número de válvulas    
9.5.5.7.    Turbulência    
9.5.5.8.    Avanço da injeção    
9.5.5.9.    Pressão de injeção    
9.5.5.10.    Componentes    
9.5.5.11.    Turbo-compressores e “inter-coolers”    
9.5.5.12.    Filtros de partículas    
9.5.5.13.    Sistemas de injeção    
9.6.    MOTORES A 2 TEMPOS    
9.7.    “ON-BOARD DIAGNOSTICS” – OBD    
9.7.1.    ODB I e OBD II    
9.7.2.    Funcionamento    
9.7.3.    Códigos    
9.7.4.    Análise ao Catalisador    
9.8.    SÍNTESE    

Capítulo 10. CARACTERÍSTICAS DE FUNCIONAMENTO E CÁLCULO    
10.1.    RENDIMENTOS    
10.1.1.    Rendimento de Combustão    
10.1.1.1.    Dissociação    
10.1.1.2.    Preparação da mistura    
10.1.1.3.    Turbulência    
10.1.1.4.    Modelo de libertação de calor    
10.1.1.5.    Cálculo da função de Wiebe    
10.1.1.6.    Cálculo da taxa de libertação de calor    
10.1.2.    Rendimento Adiabático    
10.1.2.1.    Transferência de calor para as paredes da câmara de combustão    
10.1.2.2.    Motores adiabáticos    
10.1.2.3.     Temperature Swing    
10.1.2.4.    Injeção de água e "regeneração interna"    
10.1.2.5.    Influência das condições de funcionamento    
10.1.3.    Rendimento Teórico    
10.1.4.    Rendimento Relativo às Propriedades dos Fluidos    
10.1.4.1.    Riqueza da mistura    
10.1.4.2.    Capacidade calorífica específica do ar    
10.1.4.3.    Propriedades dos gases intervenientes    
10.1.5.    Rendimento Inerente    
10.1.5.1.    Cálculo da transferência de calor num motor    
10.1.5.2.    Calor (latente) da vaporização do combustível    
10.1.6.    Eficiência de Bombagem    
10.1.6.1.    Passagem nas válvulas    
10.1.6.2.    Número de Mach    
10.1.6.3.    Pressão média de bombagem    
10.1.6.4.    Gases residuais    
10.1.6.5.    Passagem na válvula limitadora do ar (acelerador)    
10.1.7.    Rendimento Mecânico    
10.1.7.1.    Pistão, segmentos e cilindro    
10.1.7.2.    Chumaceiras    
10.1.7.3.    Sistema de distribuição    
10.1.7.4.    Acessórios    
10.1.7.5.    Atrito total    
10.1.7.6.    Medição das perdas de atrito    
10.1.8.    Eficiência Volumétrica    
10.1.8.1.    Modelos de cálculo dos fluxos de gás no motor    
10.1.8.2.    Efeito de sintonia e inercial dos gases de admissão e escape    
10.1.8.3.    Cálculo do escape do motor a 2 tempos    
10.1.8.4.    Calor latente de vaporização do combustível    
10.1.8.5.    Temperatura do motor    
10.2.    BALANÇO DE ENERGIA DO MOTOR    
10.3.    CÁLCULO DA ENERGIA DESCARREGADA NOS GASES DE ESCAPE    
10.4.    CÁLCULO DA RIQUEZA DA MISTURA
10.4.1.    Métodos de Cálculo    
10.4.1.1.    Shell-Thornton I    
10.4.1.2.    Shell-Thornton II    
10.4.1.3.    Equação de Spindt    
10.4.2.    Riqueza da Mistura (?) e Coeficiente de Excesso de Ar (λ)    
10.5.    CONTROLO DO MOTOR    
10.5.1.    O Sistema de Injeção    
10.5.1.1.    Medição do caudal de ar    
10.5.1.2.    Injeção da gasolina    
10.5.2.    Ignição    
10.5.3.    “Ralenti”    
10.5.4.    Tempo de Resposta    

Capítulo 11. TESTE DE MOTORES    
11.1.    INTRODUÇÃO    
11.2.    TIPOS DE DINAMÓMETROS    
11.2.1.    Dinamómetros de Inércia    
11.2.2.    Dinamómetros Hidráulicos    
11.2.3.    Dinamómetros Elétricos    
11.2.4.    Dinamómetros de Fricção    
11.2.5.    Comparação entre Dinamómetros    
11.3.    O LABORATÓRIO DE TESTE    
11.4.    CARGA TÉRMICA RETIRADA NA VENTILAÇÃO    
11.4.1.    Convecção e Radiação do Motor    
11.4.2.    Convecção e Radiação do Escape    
11.4.3.    Perdas no Dinamómetro    
11.4.4.    Perdas nas Tubagens de água quente    
11.5.    FORNECIMENTO DE COMBUSTÍVEL, ÓLEO, ÁGUA, AR E RETIRAGEM DE GASES QUEIMADOS E SUAS MEDIÇÕES    
11.5.1.    Fornecimento de combustível    
11.5.2.    Água de arrefecimento    
11.5.3.    Ar de combustão
11.5.4.    Gases de escape    

Bibliografia    
Índice Remissivo    

Jorge Martins obteve o seu doutoramento em Motores de Combustão Interna na Universidade de Birmingham, Inglaterra, trabalhou no desenvolvimento de motores no National Engineering Laboratory em EastKilbride, Escócia e atualmente é professor associado do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade do Minho, onde é responsável pelo Laboratório de Motores Térmicos e Termodinâmica Aplicada (LaMoTA). Nesta universidade leciona as disciplinas de Máquinas Térmicas e de Termodinâmica do curso de Mestrado em Engenharia Mecânica. Tem trabalhado como professor convidado em várias universidades nacionais e estrangeiras, nomeadamente no Brasil.Vem desempenhando funções de perito técnico de engenharia automóvel (incluindo avaliações de motores) para diversos tribunais desde 2001, tendo atuado em mais de três centenas de processos.
Nas décadas de 80 e 90 trabalhou como consultor em projetos de investigação na área de motores para empresas da indústria automóvel britânica, tais como a Jaguar, Rolls-Royce, Rover e Ford, além da Lucas. Desde 1999, além da sua função de docente e investigador na universidade, tem sido avaliador de projetos europeus para a Comissão Europeia na área dos transportes, da energia e dos motores de combustão interna. Liderou um projeto MIT-Portugal no desenvolvimento de sistemas de veículos elétricos, incluindo "range extenders", além de ter liderado e participado noutros projetos ligados ao desenvolvimento de motores. Tem publicados mais de uma centena de artigos científicos em revistas e congressos internacionais e é autor de quatro patentes ligadas a motores. O autor foi colaborador técnico do jornal Volante de 1989 a 1992, tendo escrito cerca de uma centena de artigos técnicos, testes e artigos de opinião, entre outros. Tem mais dois livros publicados: Carros Elétricos e Acidentes e Conflitos em Veículos Automóveis e sua Avaliação.

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