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Linhas Aéreas - Tipologias, Características, Equipamentos e Princípios Construtivos

ISBN: 9789899017306

Autor: Manuel Maria Polainas Bolotinha

Editora: ENGEBOOK

Número de Páginas: 276

Idioma: Português

Data Edição: 2020

24,21 €26,90 €
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As linhas aéreas são um elemento fundamental das redes de transporte e distribuição de energia eléctrica, sendo necessário garantir o seu funcionamento e a fiabilidade. O autor aborda nesta obra os aspectos relacionados com a função das linhas aéreas de Muito Alta, Alta, Média e Baixa Tensão, a sua integração na rede eléctrica nacional e as normas e regulamentos aplicáveis, designadamente em Portugal.
São expostos assuntos tão diversos como as tipologias e constituição das linhas aéreas, os respectivos equipamentos e suas características, os tipos de defeitos e as protecções a utilizar, os procedimentos de montagem, os ensaios e os princípios básicos de manutenção preventiva (sem tensão) das linhas aéreas e as medidas preventivas de segurança que devem ser implementadas durante a construção e as operações de manutenção.

INDICE DE FIGURAS E TABELAS 
SIGLAS E ACRÓNIMOS 

1. A FUNÇÃO DAS LINHAS AÉREAS 
2. COMPARAÇÃO ENTRE REDES AÉREAS E SUBTERRÂNEAS MT, AT E MAT 
3. NORMAS, REGULAMENTOS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 
3.1. INTRODUÇÃO 
3.2. REGULAMENTOS
3.3. NORMAS
3.4. OUTROS DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
4. TENSÕES E FREQUÊNCIAS NOMINAIS DAS REDES BT, MT, AT E MAT
5. REGIME DE NEUTRO DAS REDES BT, MT, AT E MAT
5.1. ASPECTOS GERAIS
5.2. REDES MT
5.3. REDES BT
6. CONSTITUIÇÃO DAS REDES AÉREAS MT, AT E MAT (CABOS NUS)
6.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
6.2. TIPOS DE APOIOS E CONFIGURAÇÃO DAS LINHA AÉREAS
6.2.1. Tipos de Apoios
6.2.2. Configurações das Linhas de Aéreas – Aspectos Gerais
6.2.3. Configurações das Linhas de Média Tensão
6.2.4. Configurações das Linhas de Alta e Muito Alta Tensão
6.3. POSTES
6.3.1. Tipos de Postes e Características Gerais
6.3.2. Postes de Betão
6.3.3. Postes Metálicos
6.4. ARMAÇÃO DOS POSTES DE BETÃO
6.5. CABOS
6.6. ISOLADORES
6.7. AMORTECEDORES
6.8. LIGAÇÕES À TERRA
6.9. BALIZAGEM DIURNA E NOCTURNA DOS POSTES
6.10. PROTECÇÃO DA AVIFAUNA
6.11. APARELHAGEM DE SECCIONAMENTO E CORTE
6.12. PLATAFORMAS DE MANOBRA OU DE EQUIPOTENCIALIDADE
6.13. DISPOSITIVOS ANTI-NIDIFICAÇÃO
6.14. CHAPAS DE “PERIGO DE MORTE” E DE IDENTIFICAÇÃO/NÚMERO DO APOIO
7. PROTECÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS DAS LAMT, LAAT E LAMAT
8. TRANSPOSIÇÃO DAS LINHAS MAT
8.1. INTRODUÇÃO
8.2. DEFINIÇÃO DE TRANSPOSIÇÃO
8.3. RAZÕES TÉCNICAS DAS TRANSPOSIÇÕES E VANTAGENS
8.4. COMO DEVEM SER FEITAS AS TRANSPOSIÇÕES
9. TRANSIÇÃO LINHA AÉREA/CABO SUBTERRÂNEO (LAMT, LAAT E LAMAT)
10. MACIÇOS DE FUNDAÇÃO DAS LAMT; LAAT E LAMAT (CABOS NUS)
10.1. CRITÉRIOS GERAIS E DE PROJECTO
10.2. PROCESSOS E MÉTODOS CONSTRUTIVOS
10.3. CAPEAMENTO DOS MACIÇOS
10.4. ENSAIOS DO BETÃO
11. PRINCÍPIOS GERAIS DE MONTAGEM DAS LAMT, LAAT E LMAT (CABOS NUS)
11.1. CRITÉRIOS GERAIS DE ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO
11.2. PROCEDIMENTOS DE MONTAGEM
12. LINHAS AÉREAS MT COMPACTAS PROTEGIDAS
12.1. ASPECTOS GERAIS
12.2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CABOS DE FASE E MENSAGEIRO
12.3. UNIÕES DE CABOS E LIGADORES
12.4. ESPAÇADORES, SEPARADORES, OUTROS MATERIAIS POLIMÉRICOS E
ISOLADORES
12.5. ACESSÓRIOS, FERRAGENS E ARMAÇÕES
12.6. MONTAGEM E DESENROLAMENTO DOS CABOS
12.7. DESCARREGADORES DE SOBRETENSÕES
12.8. LIGAÇÃO À TERRA DO CABO MENSAGEIRO
12.9. PRINCÍPIO GERAL DE SEGURANÇA
13. LINHAS AÉREAS MT COM CABOS ISOLADOS EM TORÇADA
14. LINHAS AÉREAS BT. ASPECTOS GERAIS
15. LINHAS AÉREAS BT COM CABOS ISOLADOS EM TORÇADA
15.1. CABOS E ACESSÓRIOS
15.1.1. Cabos
15.1.2. Acessórios
15.3. APOIOS E INSTALAÇÃO DOS CABOS
15.4. CABOS EM FACHADAS
15.5. LIGAÇÃO DOS CABOS EM TORÇADA
15.6. LIGAÇÃO DO NEUTRO À TERRA
16. LINHAS AÉREAS BT COM CABOS ISOLADOS PRÉ-REUNIDOS, OU MULTIPLEXADOS. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
17. CRITÉRIOS BÁSICOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA DAS LINHAS AÉREAS
18. DEFEITOS E PROTECÇÕES DAS LINHAS AÉREAS
18.1. TIPOS DE DEFEITOS
18.2. PROTECÇÕES
18.2.1. Considerações Gerais
18.2.2. Protecção Diferencial
18.2.3. Protecção de Distância
18.3. RELIGAÇÃO
19. LINHAS AÉREAS MAT DE CORRENTE CONTÍNUA
20. FISCALIZAÇÃO DOS TRABALHOS
20.1. ORGANIZAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA DE FISCALIZAÇÃO
20.2. FUNÇÕES DA EQUIPA DE FISCALIZAÇÃO
20.3. PLANO DE INSPECÇÕES E ENSAIOS
20.4. FUNÇÕES DOS FISCAIS EM OBRA
21. CRITÉRIOS BASE DE SEGURANÇA
21.1. ASPECTOS GERAIS
21.2. PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE (PSS)
21.3. TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA
21.4. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS E MEDIDAS PREVENTIVAS 
21.4.1. Introdução 
21.4.2. Movimentação Mecânica de Cargas 
21.4.3. Abertura de Covas (Caboucos) 
21.4.4. Betonagem
21.4.5. Utilização de Gruas Móveis
21.4.6. Assemblagem e Montagem de Postes 
21.4.7. Operação de Desenrolamento de Cabos 
21.4.8. Colocação de Cabos e Lingas de Aço 
21.4.9. Fixação de Cabos
21.5. EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO (EPI E EPC)

ANEXOS 
ANEXO 1 – RELAÇÃO DE NORMAS RELEVANTES
A1.1. NORMAS EN, NP E NP EN 
A1.2. NORMAS IEC 
A1.3. NORMAS ISO 
ANEXO 2 – CÁLCULO DA RESISTÊNCIA DOS ELÉCTRODOS DE TERRA DAS LA
ANEXO 3 – CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE EXECUÇÃO DAS LA 
A3.1. ASPECTOS GERAIS 
A3.2. DIMENSIONAMENTO ELÉCTRICO DOS CABOS 
A3.3. DIMENSIONAMENTO MECÂNICO DOS CABOS E DOS APOIOS 
ANEXO 4 – EXEMPLO DO REGISTO DE NÃO CONFORMIDADE
ANEXO 5 – LISTA DE VERIFICAÇÃO DE CONFORMIDADE DE SEGURANÇA (EXEMPLO)
ANEXO 6 – SISTEMA DE UNIDADES
BIBLIOGRAFIA

Manuel Bolotinha, MSc, licenciou-se em 1974 em Engenharia Electrotécnica (Ramo de Energia e Sistemas de Potência) no Instituto Superior Técnico – Universidade de Lisboa (IST/UL), onde foi Professor Assistente, e obteve o grau de Mestre em Abril de 2017 em Engenharia Electrotécnica e de Computadores na Faculdade de Ciências e Tecnologia – Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL). Tem desenvolvido a sua actividade profissional, ao longo de mais de 40 anos, nas áreas do projecto, fiscalização de obras e gestão de contratos de empreitadas designadamente de projectos de geração e transporte de energia em alta tensão, instalações industriais e infra-estruturas de distribuição de energia, aeroportuárias e ferroviárias, não só em Portugal, mas também em África, Ásia e América do Sul. Membro Sénior da Ordem dos Engenheiros é também Formador Profissional, credenciado pelo IEFP, conduzindo cursos de formação, de cujos manuais é autor, em Portugal, África e Médio Oriente. É também autor de diversos artigos técnicos publicados em Portugal, Brasil, Croácia e Índia e de livros técnicos, particularmente os editados com a chancela Engebook, em português e inglês, e tem proferido palestras na OE, ANEP, FCT-UNL, IST, ISEP e VIII e IX ESW Brasil (IEEE).