Nas últimas décadas, têm sido identificados problemas estruturais que abrangem diversos sectores do Estado, em resultado da falta de proficiência das instituições, com repercussão no desenvolvimento económico do país e na produtividade laboral.
A base exploratória desta reflexão, ancorada em premissas e pressupostos pouco conhecidos e questionados, leva-nos a ponderar a dialética entre a conceção e a implementação de políticas fundamentais para o sector da saúde.
Mário Bernardino
Administrador hospitalar 1.º grau, PhD em Saúde Internacional Políticas de Saúde e Desenvolvimento pela Universidade Nova de Lisboa, concluiu o curso Avançado de Gestão Pública do Instituto Nacional de Administração, o programa de alta direção de Instituições de Saúde da AESE Business School, o curso Administração Hospitalar da Escola Nacional de Saúde Pública e a licenciatura em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Advogado com inscrição suspensa na Ordem dos Advogados. Foi administrador-delegado, vogal executivo e presidente do conselho de administração de hospitais e centros hospitalares do Serviço Nacional de Saúde. Prémio António Arnaut 2016, instituído pela Edições Almedina e patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, para o melhor trabalho escrito sobre investigação em sistemas de saúde. Docente universitário em cursos de licenciatura, pós-graduação e mestrado, com as unidades curriculares de administração de unidades de saúde, gestão de materiais, logística, aprovisionamento, e economia e financiamento em saúde.
Autor de vários artigos nas áreas de gestão, avaliação, sistemas de saúde, contratação pública e gestão de materiais. Destaca as seguintes obras editadas: Determinantes do Trabalho Médico — Estudo de Avaliação em Saúde, Edições Almedina, Coimbra (2022); As Compras e a Gestão de Materiais, Edições Almedina, Coimbra (2012); Aquisições de Bens e Serviços na Administração Pública, Edições Almedina, Coimbra (1.ª edição em 2000, 2.ª edição em 2003, 3.ª edição em 2006).