Tanto a calçada branca simples como a artística recorrem à perícia do calceteiro para talhar e assentar a pedra, dispondo-a no solo de modo mais ou menos homogéneo, usando técnicas próprias, embora no caso da segunda, esse trabalho seja realizado consoante um desenho pré-definido e com o auxílio de moldes.
O presente roteiro surgiu para dar a conhecer e divulgar a arte da calçada artística portuguesa e parte do rico património que existe na cidade onde nasceu e se desenvolveu, e que preserva, e onde se continua a produzir, uma quantidade de exemplares excepcionais.