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Agricultura Biológica - Boas práticas agrícolas para o solo e para o clima

ISBN: 9789899017511

Autores: Jorge Manuel da Conceição Ferreira, Ana Cristina Cunha-Queda, Denis Hickel, Guilhermina Marques, Vários

Editora: AGROBOOK

Número de Páginas: 228

Idioma: Português

Data Edição: 2021

20,70 €23,00 €
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Sobre a coleção
A coleção AGRICULTURA BIOLÓGICA consiste num conjunto de manuais teórico-práticos sobre esta perspetiva agronómica, com os objetivos de contribuir para o crescimento da Agricultura Biológica em Portugal em quantidade e qualidade, e para uma agricultura mais sustentável como solução socioambiental de futuro no contexto global atual.


Sobre a obra
A obra BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS PARA O SOLO E PARA O CLIMA é o primeiro livro da coleção, tratando-se de um manual de boas práticas agrícolas para melhorar o solo, fixar carbono, reduzir emissões poluentes e eliminar a aplicação de herbicidas, cumprindo assim o objetivo de promoção da fertilidade do solo de forma sustentável face às alterações climáticas.
NOTA INTRODUTÓRIA
SOBRE OS AUTORES
PREFÁCIO

1. AGRICULTURA BIOLÓGICA
1.1. Princípios e práticas da agricultura biológica
1.2. A agricultura biológica no Mundo, na União Europeia e em Portugal
Referências bibliográficas

2. ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E AGRICULTURA BIOLÓGICA
2.1. Evolução do clima em Portugal
2.2. Gases com efeito de estufa – naturais e poluentes
2.3. Alterações climáticas – Presente e futuro
2.4. Contributo da agricultura nas emissões de GEE – Aquecimento global
2.5. Impacto das alterações climáticas na agricultura
2.6. Medidas de adaptação a nível das empresas agrícolas com efeitos positivos na mitigação às alterações climáticas
2.7. Contributo da agricultura biológica para a diminuição das alterações climáticas
2.7.1. Retenção de carbono no solo
2.7.2. Emissão de gases de efeito de estufa
2.7.3. Consumo de energia
2.7.4. Utilização de nutrientes
2.7.5. Preservação da água
2.8. Futuro – Desafios para a agricultura biológica e para os sistemas alimentares face às alterações climáticas
2.8.1 Aumento da população mundial, produtividade e preço dos produtos
2.8.2. Economia circular e bioeconomia
2.8.3. Sistemas alimentares e circuito dos alimentos
2.8.4. Desperdício alimentar
2.8.5. Resiliência e capacidade de ser sustentável
2.9. Conclusões
Referências bibliográficas

3. O SOLO – UM ECOSSISTEMA COMPLEXO E FRÁGIL
3.1. As bases da fertilidade do solo – o solo vivo e a planta.
3.2. Biodiversidade do solo - principais organismos benéficos para as plantas
3.2.1. Microrganismos do sol
3.2.1.1. Microrganismos benéficos da rizosfera
3.2.1.2. Microrganismos decompositores
3.2.1.3. Bactérias fixadoras de azoto
3.2.1.4. Rizobactérias promotoras do crescimento das plantas (PGPR)
3.2.1.5. Fungos micorrízicos
3.2.2. Principais organismos da macro e da mesofauna importantes «para as plantas – minhocas, nemátodos e colêmbolos
3.3. O solo como reserva de carbono e de azoto
3.4. O uso excessivo de lavouras, de queimas e queimadas, de herbicidas, e a consequente degradação e perda do solo
3.5. Conservar e melhorar o solo, um objetivo prioritário para agricultura e para o planeta
3.6. Solo, fertilização e proteção fitossanitária
3.6.1. Microrganismos antagonistas de agentes fitopatogénicos
3.6.2. Práticas culturais que favorecem os microrganismos benéficos
Referências bibliográficas4. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS PARA REDUZIR EMISSÕES E AUMENTAR O SEQUESTRO DE CARBONO E DE AZOTO NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA VEGETAL
4.1. Práticas prioritárias e práticas complementares de melhoria dafertilidade do solo e de fertilização das culturas
4.2. Adubação verde
4.2.1. Adubação ou estrumação verde – uma prática antiga para uma
agricultura moderna
4.2.2. Adubo verde anual – sideração
4.2.2.1. Adubos verdes de outono/inverno
4.2.2.2. Adubos verdes de primavera/verão
4.2.2.3. Sementeira, fertilização e incorporação do adubo verde
4.2.3. Adubação verde em vinhas, pomares e olivais – sideração ou enrelvamento
4.2.4. Adubo verde permanente – enrelvamento da entrelinha e da linha
4.3. Rotações e consociações de culturas
4.3.1. Rotações e afolhamentos.
4.3.2. Critérios para uma boa rotação
4.3.3. Consociações
4.4. Sobrantes agrícolas e agroindustriais como fertilizantes orgânicos
4.4.1. Classificação dos fertilizantes orgânicos
4.4.2. Estrumes e chorumes – composição e qualidade
4.4.3. Resíduos das culturas
4.4.3.1. Resíduos das culturas anuais
4.4.3.2. Resíduos das culturas perenes
4.4.4. Adubos orgânicos – matérias-primas, composição e condições de utilização
4.4.5. Produção, armazenamento e utilização de fertilizantes orgânicos na exploração agrícola, e em adegas e lagares de azeite
4.4.5.1. Estrume e chorume – quantidade produzida
4.4.5.2. Armazenamento dos fertilizantes orgânicos produzidos na exploração
4.4.5.3. Bagaços de uva e de azeitona
4.4.5.4. Água-ruça dos lagares de azeite
4.5. Trabalho do solo e mobilização mínima sem herbicidas
4.5.1. Empalhamento em culturas permanentes
4.5.2. Empalhamento em culturas anuais
4.5.3. Materiais utilizáveis
4.5.4. Trabalho do solo
4.6. Compostagem de sobrantes agrícolas, agroindustriais e pecuários
4.6.1. Compostagem - definição e objetivos
4.6.2. Materiais adequados para a compostagem
4.6.3. Sistema de compostagem e fases do processo
4.6.4. Organismos intervenientes no processo de compostagem
4.6.5. Parâmetros operacionais, sua importância e evolução
4.6.6. Aspetos práticos para realizar a compostagem
4.6.7. Qualidade do composto – parâmetros de avaliação
Referências bibliográficas

5. SISTEMAS AGROFLORESTAIS DE SUCESSÃO NATURAL
5.1. Introdução
5.2. Os sistemas agroflorestais de sucessão natural.
5.3. Reflexões sobre a prática de SAFS
5.4. Considerações sobre escala e tecnologias apropriadas
5.5. Viabilidade económica – primeiras impressões
5.6. Considerações finais
Referências bibliográficas

6. CONCLUSÃO


ÍNDICE DE FIGURAS
ÍNDICE DE TABELAS
Sobre os autores
Os autores desta obra são figuras de referência em termos académicos, técnicos e profissionais, possuindo larga experiência e bibliografia desenvolvidas na área da Agricultura Biológica. Através de participação direta na formação e desenvolvimento de competências, bem como na aplicação prática, associativa e empresarial dos princípios que a regem, replicam na sua atividade a perspetiva exposta nesta edição.

Jorge Ferreira
Ana Cristina Cunha-Queda
Denis Hickel
Guilhermina Marques
Isabel de Maria Mourão
Luís Miguel Brito

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