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Refrigeração II - Manual de apoio ao ensino e à profissão - Complementos

ISBN: 9789897231766

Autor: António José da Anunciada Santos

Editora: PUBLINDUSTRIA..

Número de Páginas: 526

Idioma: Português

Data Edição: 2016

31,50 €35,00 €
Poupa: 3,50 €

A refrigeração, normalmente conhecida como a arte de produzir frio artificialmente, é um “vetor” da ciência termodinâmica, que trata do transporte do calor entre meios a temperaturas distintas.
Apesar dos processos básicos associados às máquinas de produção de frio não terem sofrido grandes alterações ao longo dos tempos, as questões climáticas e energéticas têm vindo ultimamente a influenciar a indústria da refrigeração. A alteração dos fluidos frigoríficos, destruidores da camada de ozono e com elevado efeito de estufa, bem como a redução energética associada à maquinaria usada nas instalações de frio, são dois aspetos que têm marcado este setor, o que obriga a uma constante atualização técnica.
Com aplicações em toda a indústria, a refrigeração tem o seu forte uso no setor alimentar, na congelação e conservação dos alimentos e no ar condicionado, para satisfazer as necessidades de conforto térmico do ser humano. Direcionado para o frio alimentar, este documento estruturado em doze capítulos, segue temas que abrangem os conteúdos programáticos do ensino profissional, universitário e regulamentos comunitários para cursos de gases fluorados destinados a profissionais que manuseiam as instalações frigoríficas.
AGRADECIMENTOS
6.EVAPORADORES E CONDENSADORES
6.1. INTRODUÇÃO
6.2. EVAPORADORES
6.2.1. Descrição
6.2.2. Capacidade teórica de um Evaporador
6.2.3. Classificações
6.2.4. Evaporadores circulação a ar natural
6.2.5. Evaporadores circulação a ar forçado
6.2.5.1. Constituição geral
6.2.5.2. Funcionamento
6.2.5.3. Seleção
6.2.5.4. Modelos
6.2.6. Circulação de líquidos
6.2.7. Placas especiais
6.3. CONDENSADORES
6.3.1. Descrição
6.3.2. Capacidade teórica de um Condensador
6.3.3. Classificações
6.3.4. Condensadores circulação a ar natural
6.3.5. Condensadores circulação a ar forçado
6.3.5.1. Constituição geral
6.3.5.2. Funcionamento
6.3.5.3. Seleção
6.3.5.4. Modelos
6.3.6. Circulação de líquidos
6.3.7. Condensadores Evaporativos
6.3.7.1. Funcionamento
6.3.7.2. Seleção
6.3.7.3. Cuidados na instalação
6.4. DESCONGELAÇÃO
6.4.1. Descrição
6.4.2. Sistemas de descongelação
6.4.3. Sistemas de descongelação natural
6.4.3.1. Descrição
6.4.3.2. Funcionamento
6.4.4. Sistemas de descongelação forçada
6.4.4.1. Descrições
6.4.4.2. Sistema por resistências
6.4.4.3. Descongelação por líquidos
6.4.4.4. Descongelação por gás quente
7. DISPOSITIVOS DE CONTROLO E AUXILIARES
7.1. INTRODUÇÃO
7.2. DISPOSITIVOS DE EXPANSÃO
7.2.1. Tubos capilares
7.2.2. Válvulas de expansão pressostaticas
7.2.3. Válvulas de expansão termostáticas
7.2.4. Válvulas de expansão manuais
7.2.5. Válvulas de expansão de boia
7.2.6. Válvulas de expansão eletrónicas
7.3. DISPOSITIVOS DE CONTROLO E SEGURANÇA
7.3.1. Termóstatos
7.3.1.1. Eletromecânico Universal
7.3.1.2. Eletromecânico específico
7.3.1.3. Termóstatos eletrónicos
7.3.2. Pressostatos
7.3.2.1. Baixa pressão (BP)
7.3.2.2. Alta pressão (AP)
7.3.2.3. Combinado (ABP)
7.3.2.4. Pressostato de óleo
7.3.2.5. Instalação e afinações
7.3.3. Válvulas não modulantes
7.3.3.1. Válvulas de corte
7.3.3.2. Válvulas de serviço
7.3.3.3. Válvulas de retenção
7.3.3.4. Válvulas de solenoide de 2 vias
7.3.3.5. Válvulas Inversora de ciclo
7.3.4. Válvulas modulantes
7.3.4.1. Parâmetros funcionais
7.3.4.2. Reguladora de Evaporação
7.3.4.3. Reguladora de condensação e depósito liquido
7.3.4.4. Reguladoras de pressão de arranque
7.3.4.5. Reguladoras de Capacidade
7.3.4.6. Cuidados na instalação
7.3.4.7. Válvula reguladora de água
7.4. DISPOSITIVOS AUXILIARES
7.4.1. Depósitos de líquido
7.4.2. Separadores de líquido de aspiração
7.4.3. Componentes do circuito óleo
7.4.4. Filtros
7.4.4.1. Constituição e Aplicação
7.4.4.2. Instalação e substituição de filtros
7.4.4.3.Seleção de um filtro secador
7.4.5. Visores de Líquido
7.4.6. Permutadores de calor
8. COMPRESSORES
8.1. INTRODUÇÃO
8.2. TIPOS E CLASSIFICAÇÕES
8.3. COMPRESSORES ALTERNATIVOS DO TIPO ABERTO
8.3.1. Descrição
8.3.2. Constituição e funcionamento
8.3.3. Parâmetros
8.3.4. Seleção de um compressor aberto
8.4. COMPRESSORES ALTERNATIVOS DO TIPO SEMI-HERMÉTICO
8.4.1. Descrição
8.4.2. Constituição e funcionamento
8.4.3. Componentes e arranques em trifásicos
8.5. COMPRESSORES ALTERNATIVOS DO TIPO HERMÉTICO
8.5.1. Descrição
8.5.2. Constituição e funcionamento
8.5.3. Componentes e arranques em monofásicos
8.6. COMPRESSORES ROTATIVOS
8.6.1. Descrição
8.6.2. Constituição e funcionamento
8.7. COMPRESSORES DE PARAFUSO
8.7.1. Descrição
8.7.2. Constituição e funcionamento
8.8. COMPRESSORES CENTRÍFUGOS9. TUBAGENS EM SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO
9.1. INTRODUÇÃO
9.2. TUBAGENS E MANUSEAMENTO DO COBRE
9.2.1. Descrição
9.2.2. Tipos de tubos de cobre
9.2.3. Tipos de Acessórios em cobre/latão
9.2.4. Manuseamento básico do cobre
9.2.5. Soldadura Brasagem
9.2.5.1. Descrição
9.2.5.2. Princípios e fundamentos
9.2.5.3. Método de Soldadura
9.2.5.4. Soldar tubos de cobre
9.3. TUBAGENS EM SISTEMAS DE EXPANSÃO SECA
9.3.1. Descrição
9.3.2. Caudal mássico
9.3.3. Diâmetros e velocidades
9.3.4. Perdas de carga
9.3.4.1. Perdas em tubagens
9.3.4.2. Perdas menores
9.3.5. Dados de referência sistemas de expansão seca
9.3.5.1. Velocidades
9.3.5.2. Perdas de carga
9.3.6. Procedimento de Cálculo
9.3.7. Tabelas e Gráficos
9.3.8. Circuitos de dimensionamento e regras base
9.3.8.1. Descrição
9.3.8.2. Linha de aspiração
9.3.8.3. Linha de descarga
9.3.8.4. Linha de líquido
9.3.9. Tubagem para descongelação por gás quente
9.4. TUBAGENS EM SISTEMAS INUNDADOS
9.4.1. Descrição
9.4.2. Caudal mássico
9.4.3. Diâmetros e velocidades
9.4.3.1. Linha de retorno dos evaporadores.
9.4.3.2. Linha de ida para os evaporadores.
9.4.3.3. Linha de aspiração para os compressores.
9.4.4. Perdas de carga
9.4.5. Procedimento de Cálculo
9.4.6. Separadores de líquido
9.4.6.1. Descrição
9.4.6.2. Funcionamento e regras básicas
9.4.6.3. Dimensionamento
9.4.7. Bombas circuladoras
9.5. TUBAGENS PARA INCONDENSÁVEIS
9.5.1. Descrição
9.5.2. Sistemas de purga
10. MANUTENÇÃO E AVARIAS EM INSTALAÇÕES DE FRIO COMERCIAL
10.1. INTRODUÇÃO
10.2. FERRAMENTAS DO TÉCNICO DE FRIO
10.2.1. Ferramentas mecânicas
10.2.2. Equipamentos de medição
10.2.3. Máquinas e soldadura
10.3. MANUTENÇÃO
10.3.1. Sistemas comerciais de motor incorporado
10.3.1.1. Descrição
10.3.1.2. Unidade condensadora
10.3.1.3. Unidade Evaporadora
10.3.1.4. Tubagens de distribuição
10.3.1.5. Circuito elétrico
10.3.1.6. Folha de Operações
10.3.2. Câmaras com motor incorporado
10.3.2.1. Descrição
10.3.2.2. Geração do frio
10.3.2.3. Distribuição do frio
10.3.2.4. Uso final do frio
10.3.2.5. Folha de Operações
10.3.3. Sistemas comerciais do tipo central
10.3.3.1. Descrição
10.3.3.2. Quadro elétrico
10.3.3.3. Compressores
10.3.3.4. Condensadores a ar
10.3.3.5. Distribuição do frio
10.3.3.6. Uso final do frio
10.3.3.7. Medições e registos
10.3.3.8. Folha de Operações
10.4. OBSERVAÇÕES E AVARIAS
10.4.1. Válvula de expansão e solenoide
10.4.2. Sintomas de Falta excesso de fluido
10.4.3. Compressores Alternativos
10.4.4. Exemplos de avarias
10.4.5. Tabelas de avarias
11. ELETRICIDADE APLICADA
11.1. INTRODUÇÃO
11.2. PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE
11.2.1. Grandezas leis e unidades
11.2.2. Corrente alterna monofásica
11.2.3. Corrente alterna trifásica
11.3. MÁQUINAS ELÉTRICAS
11.3.1. Descrição
11.3.2. Transformadores
11.3.2.1. Transformadores monofásicos
11.3.2.2. Transformadores especiais
11.3.3. Motores de corrente contínua (c.c.)
11.3.4. Motores de corrente alternada (c.a.)
11.3.4.1. Motores assíncronos trifásicos
11.3.4.2. Motor assíncrono monofásico
11.4. QUADROS ELÉTRICOS E AUTOMATISMOS
11.4.1. Descrição
11.4.2. Componentes e estrutura de um quadro elétrico
11.4.3. Proteção de circuitos elétricos em sistemas de refrigeração
11.4.3.1. Conceitos básicos
11.4.3.2. Corta circuitos fusíveis
11.4.3.3. Disjuntores magnetotérmicos
11.4.3.4. Relés térmicos
11.4.3.5. Disjuntor motor magnetotérmico
11.4.3.6. Interruptores diferenciais
11.4.3.7. Disjuntores diferenciais
11.4.3.8. Proteção de motores e resistências em Refrigeração
11.4.4. Componentes de comando
11.4.4.1. Descrição
11.4.4.2. Controladores eletromecânicos
11.4.4.3. Controladores eletrónicos
11.4.5. Condutores e cabos
11.4.5.1. Descrição
11.4.5.2. Condutores para quadros identificação
11.4.5.3. Cabos elétricos para instalações identificação
11.4.5.4. Regras de dimensionamento de condutores e cabos elétricos12. ESQUEMAS E SIMBOLOGIA
12.1. INTRODUÇÃO
12.2. INSTALAÇÕES DE FRIO
12.2.1. Instalação de expansão direta DX 1 etapa
12.2.2. Instalação inundada por bomba 1 etapa
12.2.3. Instalações de Expansão direta DX e 2 etapas
12.2.4. Instalação inundada por bomba 2 etapas
12.2.5. Instalação inundada por bomba em cascata
12.3. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
12.3.1. Sistemas individuais
12.3.2. Sistema de Central
12.4. SIMBOLOGIA
12.4.1. Simbolos de Frio, Norma NP EN 1861-2000
12.4.2. Simbolos de Frio, Norma NP 3814 1988
12.4.3. Simbolos Elétricos
ANEXOS
FERRAMENTAS INFORMÁTICAS PARA O FRIO
TABELAS
BIBLIOGRAFIA
António José da Anunciada Santos
Estudou eletricidade no ensino Secundário, na Escola Dr. Francisco Fernandes Lopes em Olhão, e Eletromecânica de Refrigeração no Centro de
Formação Profissional de Faro. Licenciou-se em Eng.ª Mecânica Ramo Térmica na Universidade do Algarve (Ualg, 2002) e obteve o Doutoramento
na Universidade de Sevilha no Departamento de Engenharia Energética e Mecânica de Fluidos em 2008.
Trabalhou na fabricação e assistência técnica de móveis frigoríficos na empresa Frimovel; e como diretor técnico na área da refrigeração
Comercial e Industrial na empresa Qualifrio.
Trabalhou em projetos de investigação e desenvolvimento ligados às questões energéticas em edifícios (Hotéis, Edifícios residenciais e
Piscinas). Publicação de artigo na ASME International Solar Energy Conference, Irvine. Reconstrução e exposição de uma bancada experimental
didática para refrigeração e climatização na feira EducaAngola 2013.
Formador desde 1998 nas áreas da Eletricidade, Refrigeração e Ar Condicionado, com serviço prestado no Instituto do Emprego e Formação
profissional em Faro (IEFP); no Instituto Médio Politécnico do Sambizanga 1155 Ex.4036 em Angola; no Centro de Formação Profissional para a
Indústria Térmica Energia e Ambiente (APIEF), onde atualmente tem ligações profissionais.

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