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Controlo Numérico Computorizado: Conceitos Fundamentais - 3ª Edição - Revista e Aumentada

ISBN: 9789728953980

Autor: Carlos Alberto Moura Relvas

Editora: PUBLINDUSTRIA..

Número de Páginas: 276

Idioma: Português

Data Edição: 2012

23,40 €26,00 €
Poupa: 2,60 €

O livro Controlo Numérico Computorizado: Conceitos Fundamentais aborda um conjunto de temas centrados nos fundamentos tecnológicos e na programação manual relacionada com os principais processos de maquinagem, como a furação, o torneamento, a fresagem e a electroerosão. Foca igualmente nesta nova versão, aspectos relativos à maquinagem de alta velocidade e de programação CAM.
O texto foi elaborado de modo a poder ser utilizado como manual de apoio, não só no ensino como na formação profissional, apresentando aspectos relativos à operação dos equipamentos e exemplos de programação em diversos tipos de controladores. A sua abordagem, agora revista e aumentada, pretende definir a tecnologia de maquinagem CNC como o paradigma de iniciação para todos os que ingressam nesta área tecnológica, sem esquecer os que já exercem a profissão, e que podem igualmente encontrar algumas ajudas preciosas para os problemas do seu dia-a-dia.
Prefácio à 1ª edição

Capítulo 1 – Tecnologia dos equipamentos
1.1 A evolução dos métodos de fabrico
1.1.1 O aparecimento do controlo numérico
1.1.2 O que é o controlo numérico
1.1.3 O que é a programação
1.1.4 Os métodos de programação
1.1.5 As vantagens do CNC
1.1.6 Âmbito de aplicação
1.1.7 Tipos de máquinas CNC
1.1.8 As ferramentas utilizadas
1.2 O comando CNC
1.2.1 Tipos de comandos e controlo dos deslocamentos
1.2.2 Componentes de um comando CNC
1.2.3 Áreas de trabalho e modos de operação
1.3 Tecnologia das máquinas-ferramentas
1.3.1 Sistema de controlo de posicionamento
1.4 Sistemas de eixos e movimentos
1.4.1 Sistemas de coordenadas de dois eixos
1.4.2 Sistemas de coordenadas de três eixos
1.4.3 Sistemas de coordenadas de algumas máquinas CNC
1.4.4 Nomenclatura dos eixos e movimentos
1.5 Referenciais e calibração
1.5.1 Ponto-zero da máquina
1.5.2 Ponto de referência da máquina
1.5.3 Ponto-zero da peça
1.5.3.1 Determinação do ponto-zero da peça
1.5.4 Ponto-referência da ferramenta
1.5.5 Métodos de determinação das medidas das ferramentas
1.5.6 Método de calibração com ferramenta de referência
1.5.7 Utilização do calibrador

Capítulo 2 – Organização CNC
2.1 Formas de elaboração de programas
2.2 Linguagens de programação
2.2.1 Linguagens normalizadas
2.2.2 Linguagens conversacionais
2.3 Sistemas de armazenamento de dados
2.3.1 Introdução temporária e permanente
2.3.2 Suportes de armazenamento de dados
2.4 Especificações do fabricante
2.5 Dossier de programação
2.5.1 Ficha de pré-programação
2.5.2 Folha de programação
2.5.3 Folha de preparação ou ajustagem
2.5.4 Ficha de ferramentas e ficha de dispositivos de fixação
2.6 Preparação do posto de trabalho em CNC
2.6.1 Análise preliminar
2.6.2 Elaboração do plano de trabalho
2.6.3 Selecção dos meios de maquinagem
2.7 Estabelecimento do processo e das gamas de maquinagem
2.7.1 Gamas de maquinagem
2.7.2 Fichas de instrução
2.8 Dossier de fabricação para a maquinagem de peças mecânicas
2.9 Determinação do método de fabricação

Capítulo 3 – Maquinagem em torno CNC
3.1 Definições e movimentos característicos
3.2 Operações realizáveis
3.2.1 As etapas das operações
3.3 As ferramentas
3.4 Ângulos característicos e geometria de corte
3.5 Os materiais das ferramentas
3.5.1 Classificação iso para os materiais das ferramentas
3.6 A escolha da ferramenta
3.6.1 Selecção da ferramenta de corte
3.6.2 Critérios de selecção da ferramenta de corte
3.6.3 Manutenção e manipulação das ferramentas de corte
3.6.4 Chave de códigos para pastilhas (norma iso)
3.6.5 Sistemas de fixação mecânica dos porta-plaquetes
3.6.6 Chave de códigos para suportes porta-plaquetes de fixação mecânica (norma iso)
3.7 Formação de apara em torneamento
3.8 Os parâmetros de corte
3.8.1 Selecção dos parâmetros de corte
3.9 Os problemas do torneamento

Capítulo 4 – Maquinagem em centro de maquinagem CNC
4.1 Definições e características de um centro de maquinagem
4.1.1 Tipos e classificações
4.1.2 Sistemas de montagem e fixação de peças
4.1.3 Sistemas de troca automática de ferramentas
4.2 Conceitos sobre ferramentas e porta-ferramentas
4.2.1 Tipos de brocas
4.3 Fresas e suas características
4.3.1 Fresas porta-plaquetes ou de pastilha recambiável
4.3.2 Fresas inteiriças de navalhas
4.4 Ângulos característicos e geometria de corte
4.4.1 Ângulos característicos
4.4.2 Geometria de corte
4.4.3 Classificação das fresas pela sua geometria de corte
4.5 Operações realizáveis
4.5.1 A furação
4.5.2 A mandrilagem
4.5.3 A roscagem
4.6 As operações de fresamento
4.6.1 Operações de 2 eixos
4.6.2 Operações de 2 ½ eixos
4.6.3 Operações de 3 e mais eixos simultâneos
4.6.4 As fases do fresamento
4.6.5 Os processos de fresamento
4.6.6 Os movimentos de fresamento
4.7 Formação de apara em fresamento
4.8 Os parâmetros de corte
4.8.1 Selecção dos parâmetros de corte4.9 Os problemas do fresamento

Capítulo 5 – Programação manual
5.1 Deslocamentos e posicionamentos
5.1.1 Interpolação linear
5.1.2 Interpolação circular
5.1.3 Divisão em elementos de contorno
5.2 Programação CN
5.2.1 Tipos de informações do programa
5.2.2 Recolha da informação
5.2.3 Parâmetros da peça a fabricar
5.2.4 Parâmetros de corte
5.3 Os componentes de um programa CN
5.3.1 Os passos da operação
5.3.2 Os termos da programação CN
5.3.3 Funções de programação
5.4 Funções preparatórias
5.4.1 Outras funções preparatórias
5.5 Funções auxiliares ou mistas
5.6 Tabelas e correctores
5.6.1 Conceito de correctores
5.6.2 As tabelas
5.6.3 Tabelas de correctores
5.6.4 Tabelas de ferramentas
5.6.5 Tabelas de materiais
5.7 Elaboração de programas CN
5.7.1 Estrutura de um programa CN
5.8 Exemplos de programação
5.9 Tabela resumo das funções preparatórias

Capítulo 6 – Programação torno
6.1 Funções elementares
6.1.1 Definição do ponto-zero peça
6.1.2 Funções preparatórias
6.1.3 Compensação do raio da ferramenta
6.1.4 Programação dos parâmetros tecnológicos
6.1.5 Estrutura do programa
6.2 Ciclos de furação
6.3 Ciclos fixos de torneamento
6.3.1 Ciclo de facejamento
6.3.2 Ciclo de desbaste por torneamento cilíndrico
6.3.3 Ciclo de desbaste por torneamento cilíndrico com rebaixo e acabamento
6.3.4 Ciclo de acabamento
6.3.5 Ciclo de desbaste em facejamento
6.3.6 Ciclo de cópia
6.3.7 Ciclo de acanalar ou ranhurar
6.3.8 Ciclo de roscagem
6.4 Correctores (offsets)
6.4.1 Corrector de compensação do raio da ferramenta
6.4.2 Correctores programáveis ou assinaláveis
6.5 Exemplos completos de programação CN

Capítulo 7 – Programação de centro de maquinagem
7.1 Funções elementares
7.1.1 Sistemas de eixos
7.1.2 Definição do ponto-zero peça
7.2 Recursos da programação CN
7.2.1 Movimentos e posicionamentos
7.2.2 Programação de chanfros e raios tangentes
7.2.3 Programação em coordenadas polares
7.2.4 Sistemas de trabalho e correctores de posição
7.2.5 Compensação do raio da ferramenta
7.2.6 Correctores programáveis ou assinaláveis
7.2.7 Programação dos parâmetros tecnológicos
7.3 Ciclos fixos de furos (canned cycles)
7.4 Ciclos fixos de fresamento
7.5 As operações auxiliares
7.5.1 Exemplos de programação7.6 Exemplos completos de programação

Capítulo 8 – Programação de sub-rotinas
8.1 Conceitos sobre sub-rotinas
8.1.1 Introdução às sub-rotinas
8.1.2 Conceito de sub-rotina
8.1.3 Vantagens / desvantagens
8.1.4 Estrutura de uma sub-rotina
8.1.5 Níveis de chamada
8.2 Exemplos de programação
8.3 Sub-rotinas paramétricas
8.3.1 Conceito de parâmetro
8.3.2 Conceito de sub-rotina paramétrica
8.3.3 Conceito de macro
8.3.4 Chamada da sub-rotina paramétrica
8.3.5 Definição de variáveis
8.3.6 Tipos de variáveis
8.3.7 Atribuição das variáveis
8.3.8 Princípio de funcionamento de um contador
8.4 Desenho lógico do programa
8.4.1 Exemplificação de um caso estudado
8.5 Exemplos de programação de sub-rotinas paramétricas
8.5.1 Sistema fanuc (macros A)
8.5.2 Sistema heidenhain (parâmetros Q)

Capítulo 9 – Introdução ao fresamento de alta velocidade
9.1 Breves conceitos
9.1.1 Maquinagem multi-eixos (5 eixos)
9.2 Factores que afectam a precisão na maquinagem de alta velocidade
9.2.1 Construção da máquina
9.2.2 Características das ferramentas
9.2.3 Erro de posicionamento
9.2.4 Velocidade de processamento do controlador
9.3 Os fundamentos do “erro de arrasto”
9.4 A programação CAD/CAM na MAV
9.5 Regras básicas da maquinagem em MAV
9.6 Estratégias de maquinagem mais adequadas
9.6.1 Estratégias de desbaste
9.6.2 Estratégias de pré-acabamento
9.6.3 Estratégias de acabamento
9.6.4 Modos de entrada da ferramenta
9.6.5 Ligações

Capítulo 10 – tecnologia de electroerosão
10.1 Introdução
10.2 Princípio de funcionamento da electroerosão por penetração
10.2.1 As fases da operação
10.2.2 Factores de rendimento da operação
10.2.3 Factores: intensidade de impulso, tempo de impulso, tempo de pausa e efeito de polaridade
10.2.4 Regulação dos factores e os processos de trabalho
10.3 Os eléctrodos
10.3.1 Eléctrodos dinâmicos e electroerosão orbital
10.3.2 Eléctrodos múltiplos
10.4 Os dieléctricos e os processos de limpeza
10.5 Outros tipos de electroerosão
10.5.1 Electroerosão com eléctrodos rotativos
10.5.2 Electroerosão por fio
10.6 Vocabulário empregue em electroerosão

Anexos
Lista de funções G – controlador fanuc 0t
Lista de funções G – controlador fanuc 0m
Lista de funções M – controlador fanuc 0t / 0m

Bibliografia
Carlos A. M. Relvas, nasceu em 1964, licenciou-se em Informática de Gestão em 1995 no ISMAI, em 2003 concluiu o Mestrado em Design Industrial na FEUP e em 2007 o Doutoramento em Engenharia Mecânica, na Universidade de Aveiro.
Iniciou a sua actividade profissional em 1982, tendo passado por algumas empresas onde tomou contacto com o controlo numérico. Em 1987 ingressou no CINFU onde instalou uma secção totalmente equipada com máquinas CNC e no ano seguinte deu início à formação na área de controlo numérico. Em 1996 ingressou no Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, onde actualmente exerce funções como professor auxiliar.