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A Evolução dos modelos educativos e a formação de engenheiros-cidadãos para o mundo

ISBN: 9789897230653

Autor: António Pinto Barbedo de Magalhães

Editora: PUBLINDUSTRIA..

Número de Páginas: 113

Idioma: Português

Data Edição: 2014

6,30 €9,00 €
Poupa: 2,70 €

Muita gente pensava que a educação só mudaria quando mudasse a cultura, como se a educação fosse sempre, e necessariamente, a última carruagem da mudança. Assim foi, de fato, durante séculos, em diferentes períodos da história de diversos povos.
A história da evolução dos modelos educativos mostra, no entanto, que nem sempre foi assim. Muito pelo contrário, se a China foi o maior e o mais civilizado império do mundo durante muitos séculos, isso deve-se, em grande parte, ao modelo educativo desenvolvido por Confúcio e outros filósofos e educadores chineses desde 500 a. C.
Se a Grécia se tornou tão influente, no Próximo Oriente e na Europa, foi porque os curiosos cientistas e filósofos gregos, a partir de há dois mil e quatrocentos anos, introduziram formas de pensar e modelos educativos absolutamente inovadores, de que ainda hoje beneficiamos.
Só por estes dois exemplos podemos ver a importância de conhecer a evolução dos modelos educativos para tirarmos lições úteis para hoje reformularmos as nossas formas de pensar e de educar, adaptando-as às necessidades de um mundo em permanentes mudanças, cada vez mais rápidas e imprevisíveis.
É este o objetivo deste livro.
Agradecimentos
Prefácio
1. Educação e Sociedade

2. Modelos Educativos Clássicos
2.1. Um instrumento para disciplinar e moldar mentes
2.2. Egito antigo: educação utilitária
2.3. Índia antiga: disciplina espiritual
2.4. China: moldar comportamentos e preparar funcionários imperiais
2.5. Grécia: aprender a pensar com rigor e independência
2.6. Roma: engenharia e direito
2.7. Educação religiosa e clássica na Europa medieval e no Mundo Árabe

3. O paradigma educativo da era industrial e o ensino técnico: uma conceção reducionista da pessoa

4. Desenvolvimento de modelos e práticas educativas nos finais do século XIX e princípios do século XX
4.1. Jules Ferry e o desenvolvimento da escola gratuita, laíca e obrigatória em França
4.2. Kerschensteiner e o Sistema Dual alemão
4.3. John Dewey e a educação experiencial
4.4. O movimento das Escolas Novas e da Escola Moderna, a Escola da Ponte e o paradigma da pedagogia social de autodesenvolvimento

5. Paulo Freire e a Pedagogia do Oprimido

6. A pedagogia da Obra de Rua “O Gaiato”

7. Sistemas educativos altamente valorizados pelo PISA: os casos da Finlândia, da Coreira do Sul e de Shanghai

8. Algumas mudanças na educação em Portugal depois de 25 de Abril de 1974

9. Os progressos da psicologia e das ciências neurobiológicas abriram caminho a novas visões sobre a educação

10. Necessidade de desenvolver e aplicar novos modelos educativos

11. Pegagogias para desenvolver atitudes cidadãs responsáveis e responder aos desafios da atualidade
11.1 Informação, conhecimento e sabedoria
11.2 A pirâmide das aprendizagens
11.3 A avaliação desempenha um papel muito importante na educação

12. O Modelo de Bolonha e a formação de Engenheiros do Renascimento do Século XXI

13. As novas tecnologias de informação e comunicação (TIC), o surgimento de novas ferramentas pedagógicas e a formação de engenheiros-cidadãos para o Mundo Referências Bibliográficas Referências Sitiográficas
António Barbedo de Magalhães
Nasceu nos Açores em 1943, quando o pai esteve mobilizado no arquipélago como oficial de Engenharia durante a Segunda Grande Guerra.
Formou-se em Engenharia Mecânica na FEUP em 1968, com média de 17 valores, apesar de ter trabalhado durante parte do curso. Doutorou-se na Universidade de Gand, Bélgica, em Ciências Aplicadas, na área da Metalurgia.
Em 1975, estando em Timor a fazer o serviço militar, foi o coordenador de uma equipa luso-timorense que desenvolveu um projeto para a reestruturação do ensino tendo em vista a preparação da autodeterminação. Esse projeto suscitou enorme interesse entre muitas centenas de professores e outros timorenses. Infelizmente a guerra civil e a invasão do território por forças indonésias apoiadas pelos EUA, Austrália e outros países impediram que se concretizasse esse projeto.
Foi docente da FEUP de 1968 até fazer 70 anos, em 2013. Introduziu componentes experimentais nalgumas das disciplinas que lecionou. Promoveu a revisão de relatórios de estudantes por outros estudantes, desenvolvendo a participação destes na aprendizagem dos colegas (peer learning).
Lançou em 2004 os Projetos PESC (Projetar, Empreender, Saber Concretizar), depois rebatizados com o nome de Projetos Lidera, por serem liderados por estudantes. Fez diversas comunicações e artigos sobre a necessidade de desenvolver novos modelos pedagógicos e novos paradigmas da Educação.
Em 2012 foi o regente (do lado da FEUP) com o Professor Marc Zupan (da Universidade de Maryland, nos EUA) da primeira unidade curricular da FEUP para o desenvolvimento de ‘competências globais’ dos engenheiros, designada por ‘Global Engineering ‘ lecionada simultaneamente nos dois países com recurso a videoconferência.

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